SER MULHER?

janeiro 30, 2017

FONTE
Há uma frase da Elisabeh Elliot muito conhecida entre as moças cristãs que diz o seguinte: “O fato de eu ser mulher não me torna um tipo diferente de cristão, mas o fato de eu ser cristã me torna um tipo diferente de mulher”. Será que entendemos, de fato, o sentido dessas palavras tão cheias de significado?
Falando de mulher pra mulher, nós sabemos o quanto somos pressionadas nesse mundo. Por um lado há o clamor das feministas que insistem, com seus discursos de liberdade, em falar em nosso nome. Um discurso no mínimo contraditório com pautas completamente anticristãs. De outro lado há pessoas ressentidas com esse movimento que, no lugar de soluções inteligentes, colocam todas as mulheres num mesmo saco e as tratam como se fossem menos do que realmente são.
Nós também sabemos que há uma incompreensão generalizada no que significa ser mulher dentro de muitas igrejas. Assuntos relacionados à vida cristã como submissão, liderança feminina, modéstia, casamento, maternidade, fragilidade, cosmovisão, vida acadêmica, entre outros, ainda geram muitas dúvidas e sofrem algumas distorções.
Mas afinal, o que é ser mulher? Como, sendo mulher, posso manifestar a glória de Deus? Espero descobrir essas coisas junto com vocês, à luz das Escrituras. E, pra começar, quero destacar o que John Piper diz em seu sermão “O Sentido Último da Verdadeira Feminilidade”:
“Teologia fraca produz mulheres fracas. Teologia fraca não dá a uma mulher um Deus grande o suficiente, forte o suficiente, sábio o suficiente, bom o suficiente para lidar com as realidades da vida de maneira a capacitá-la a magnificá-lo e a seu Filho o tempo todo. Ele não é grande o suficiente. Teologia fraca é infestada por centralidade na mulher, ou como chamamos normalmente, antropocentrismo. Teologia fraca não tem em baixo uma fundação de granito que é a soberania, não tem a estrutura de aço de um grande propósito teocêntrico para toda a existência humana, incluindo os piores seres humanos.”
Meu papel aqui é voltar ao meu lugar e encorajá-las a fazer o mesmo. Não há sentido na feminilidade, não há sentido na humanidade além daquele encontrado em Deus. Não é sobre nós, é sobre Ele. Não é sobre como somos boazinhas e adoráveis – porque não somos -, mas sobre como Ele é, e opera tudo em todos [1Cor.12:6]. É a Deus, que é soberano sobre todas as coisas e nos formou como somos, que devemos buscar conhecer. É a Sua Palavra, as Santas Escrituras, que deve ser nossa fonte e o Santo Espírito nosso professor por excelência.
Tenho sentido o impulso de expor as questões que tenho visto e vivido, de estar em uma posição vulnerável, para de alguma forma alcançar e ter meu próprio coração alcançado. Convido você a juntar-se a mim, pra que possamos conhecer juntas a manifestação da glória, da graça, do amor e do favor de Cristo e, na nossa feminilidade, buscarmos refletir, como espelhos, Sua imagem.
Só a Deus a glória.

Eurídice.

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5 comentários

  1. Muito bom esse texto! Dinha, que o Senhor nos ajude a descobrirmos o verdadeiro sentido de ser mulher segundo a vontade de nosso Deus. Bjos

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    1. Amém, Vivi. Espero que a gente possa caminhar juntas. Obrigada! Deus abençoe. Beijos!

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  2. Me senti muito edificada com suas reflexões! Deus continue te iluminando, Euri!
    Beijos!

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  3. Parabens Euridice! Deus continue te usando para o crescimento do Seu reino.💖

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